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Meditação: os benefícios para o cérebro de quem pratica

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A meditação é uma prática milenar que busca o estado contemplativo, a presença integral e a atenção plena no momento presente. É o exercício de parar de falar, parar de pensar, parar de questionar – assim, afastando-se da agitação, do estado alerta e das aflições cotidianas para entrar em contato apenas com o silêncio, onde se atinge o equilíbrio do corpo e da mente. É uma atividade que traz harmonia, tranquilidade e paz de espírito para quem a pratica.

Assim como outras terapias alternativas, a meditação existe há milhares de anos mas só atualmente está sendo mais aceita e procurada pela sociedade – inclusive, seus benefícios já foram comprovados cientificamente! Existem muitos estudos que exploram os efeitos da meditação no comportamento e no organismo humano, e as mais recentes descobertas revelaram que a prática afeta de maneira positiva o desempenho cerebral de quem medita. Saiba mais sobre os benefícios que a meditação pode trazer para o seu cérebro:

BEM-ESTAR

O cérebro humano é dotado de plasticidade: a capacidade de criar conexões completamente novas de acordo com a frequência e a forma dos estímulos que recebe. A ciência comprovou que a meditação é interpretada pela atividade cerebral como um estímulo positivo, que atua diretamente na ativação das regiões do cérebro relacionadas ao bem-estar. Sendo assim, a prática regular da meditação contribui para a formação de conexões cerebrais que despertam sensação de satisfação, felicidade e tranquilidade, elevando a qualidade de vida do indivíduo – o que pode se manifestar em forma de bem-estar físico e de maior estabilidade emocional. Além disso, o monitoramento cerebral da prática de meditação apontou ativação direta do córtex pré-frontal esquerdo: região do cérebro relacionada ao afeto e à maior resiliência.

ATENÇÃO E CONCENTRAÇÃO

Também por conta da plasticidade, o cérebro é capaz de desenvolver seu aspecto físico de acordo com os estímulos que recebe – quanto mais desenvolvida a região cerebral, mais eficiente será o desempenho das funções cognitivas específicas da região. Uma pesquisa analisou um grupo de pessoas experientes na prática da meditação, e um grupo de pessoas que meditam esporadicamente – o córtex cerebral é mais espesso em quem medita há bastante tempo. O córtex é a região responsável pelas habilidades de atenção e concentração. Sendo assim, os meditadores de longa data não enfrentam problemas para permanecer atentos e concentrados – e conclui-se que os benefícios advindos da meditação também estão vinculados à frequência e ao tempo de prática.

CÉREBRO JOVEM

Estudos acompanharam o comportamento cerebral de dois grupos de pessoas, conforme se aproximavam da terceira idade. O primeiro grupo era composto por pessoas que praticavam meditação a longo prazo, e o segundo grupo era formado por pessoas que nunca meditaram – ambos os grupos em processo de envelhecimento. O resultado foi que os adeptos da meditação apresentaram maior volume de matéria cinzenta em todas as regiões do cérebro – o que prova que a prática contribui não somente para o estímulo e desenvolvimento cerebral, como também para a resistência do cérebro contra a degeneração natural do envelhecimento. Pode-se dizer, então, que a meditação contribui para uma terceira idade lúcida, ativa e disposta.

TRATAMENTO PARA DEPRESSÃO

Você já imaginou que a meditação é capaz de surtir efeito antidepressivo? Enquanto os remédios químicos vêm acompanhados de uma série de efeitos colaterais, a meditação pode oferecer efeitos similares de um jeito natural – apenas exercitando a mente. Isso porque, ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, meditar não é “sentar e fazer nada”: trata-se de um verdadeiro exercício ativo, onde se busca uma maior consciência a respeito do corpo, da mente, suas formas de funcionamento e suas reações – quando se atinge essa consciência, é possível estabelecer conexões cerebrais intencionais a favor do nosso bem. Assim como os remédios, a meditação também não funciona como uma cura imediata: mas pode se mostrar um ótimo meio de aliviar sintomas de dor, ansiedade e depressão.

CONTROLE DOS VÍCIOS

A prática regular da meditação também atua nos pontos de autocontrole do cérebro, propiciando aos praticantes um maior controle racional sobre seus impulsos, vontades e hábitos – auxiliando, assim, na recuperação de variados tipos de vício. Um estudo feito com fumantes que desejavam largar o cigarro mostrou que a meditação ajuda no processo de desassociação entre o “estado de desejo” e o “ato de fumar”, dando ao indivíduo a consciência de que o desejo não precisa necessariamente levar ao ato. Quando tal percepção se esclarece na cabeça do fumante, aumenta a resistência para suportar as ondas de desejo.

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